Após abrir sindicância para apurar o “caso Blackstar”, foi produzido um relatório que sugere uma advertência para os envolvidos. São eles três conselheiros (o ex-presidente Paulo Nobre, Ricardo Galassi e José Carlos Tomaselli), além da suspensão de um ano do Conselho Deliberativo para Genaro Marino, que foi derrotado nas últimas eleições presidenciais do Verdão.

Penalidades

As sugestões da sindicância serão votadas pelo Conselho em uma reunião marcada para o dia 1º de agosto. Seraphim Del Grande, presidente do órgão, explicou a situação: “O relatório será posto em votação, mas qualquer conselheiro pode sugerir uma penalidade diferente”.

O caso

Nobre foi quem repassou a proposta de patrocínio da Blackstar para Marino, no valor de R$ 1 bilhão por 10 anos, com pagamento à vista. Segundo o Globoesporte.com, o capital social dela seria de apenas R$ 5 mil. Por sua vez, o candidato derrotado protocolou uma carta de intenção da empresa, que atua no mercado de energia e bioenergia e possui escritórios na Ásia.

De acordo com a diretoria esmeraldina, as garantias bancárias apresentadas eram falsas. Levado a pauta pelo conselheiro Vittorio Pescosolido, a sindicância foi aberta após o recolhimento de 50 assinaturas (requisito obrigatório) em uma reunião do Conselho.